A partir de agora, todas as pessoas presas serão ouvidas e os documentos passarão por análise para que a denúncia seja feita pelo Ministério Público. Só ao final da investigação é que os detalhes da participação de cada envolvido e como eles agiram serão conhecidos. Eles podem responder por diversos crimes, entre eles formação de quadrilha e quadrilha. Na investigação do Gaeco, o promotor disse que não foram encontrados indícios de que o prefeito Barbosa Neto (PDT) teria participado do esquema. Porém, Claudio Esteves declarou que o prefeito pode eventualmente ser chamado para depor, por ter informações importantes para a investigação. Na operação desta manhã, também foram apreendidos dois veículos, que estariam sendo transferidos para o nome da esposa de Fidelis Canguçu, três armas e cerca de R$ 20 mil que não faziam parte do objeto da investigação. Presos na Operação Antisepsia: O procurador-geral do município, Fidelis Canguçu; sua mulher, Joelma Aparecida da Silva; o presidente do instituto Gálatas, Silvio Luz Rodrigues Alves; sua mulher, Glaucia Chiariaria; o presidente do instituto Atlântico, Bruno Valverde; Marcos Rato, Joel Tadeu Correia, Claudecir Antônio Lambert, Gustavo Henrique, Tiago Marcelo, Andre de Oliveira, David Garcia Assis, Wagner Cecil da Silva , Lucas Modesto e Admilson Antonio Maranin |
10 de maio de 2011
Dinheiro desviado serviu para pagar propina, diz promotor
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