11 de maio de 2011

Oposição critica prefeitura por 'omissão' na Saúde



O escândalo envolvendo os Institutos Atlântico e Gálatas, que terminou na prisão de 15 pessoas na manhã desta terça-feira (10), em Londrina, dominou o grande expediente na sessão da Câmara. Entre os detidos está o procurador-geral do município, Fidelis Canguçu. O Gaeco investiga desvio de recursos públicos e a corrupção envolvendo agentes da saúde.
A oposição criticou a omissão do poder público na tentativa de solucionar os
problemas na área da Saúde. A presidente da comissão de Seguridade Social, Lenir de Assis (PT), lamentou o problema e criticou a falta de fiscalização da prefeitura. "Isso consolida toda uma discussão que nós já vinhamos alertando desde o ano passado com os problemas na área da Saúde. Ao final do ano, a prefeitura rompeu contrato com Ciap e situação acabou se agravando. Ao invés de termos uma empresa terceirizada, nós temos quatro. Isso deveria ter uma fiscalização muito maior", disse.
Marcelo Belinati (PP), que é médico e trabalha no serviço público de saúde, lembrou que esses institutos não foram referendados pela sociedade civil organizada de Londrina. "Já antevendo, nós colocamos diversas vezes nesse plenário para que a prefeitura contratasse a Itau Tec e a Santa Casa, que é filantrópica", disse. O pepista diz que os funcionários dos institutos estão preocupados com essa situação, já que todos cumprem aviso prévio. "Para esses institutos foram quase R$ 13 milhões em poucos meses. Os funcionários ficam desesperados e como fica a situação deles?", questionou.
O vereador Joel Garcia (PTN), que já havia convocado representantes dos Institutos e solicitado cópias das vias de depósito de encargos trabalhistas dos funcionários, questionou o recurso desviado. "O povão vai ficar com cara de tonto e ninguém vai ver esse dinheiro de volta", criticou.
O líder do Executivo, Roberto Fu (PDT), cobrou punição aos responsáveis pelo problema.fonte bonde

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