O caso aconteceu na cidade de Rolante, a 90 km de Porto Alegre (RS). Com uma espingarda, o criminoso atirou na sogra e em duas cunhadas, que morreram. Em seguida, ele se suicidou com um tiro na boca. O crime teria sido cometido porque a ex-mulher teria pedido a separação. - Três mulheres foram mortas a tiros de espingarda em Rolante na manhã desta terça-feira. De acordo com a Brigada Militar, informações preliminares dão conta de que duas das vítimas fatais seriam sogra e cunhada do atirador. O homem teria se suicidado em seguida. Uma terceira mulher ficou gravemente ferida e foi encaminhada para o hospital. O crime aconteceu por volta das 9 horas em uma residência na Rua Guilherme Emig, no bairro Rio Branco. As vítimas Silvia Wolff Ponciano, 48 anos - Trabalhava no ateliê da irmã Sueli. Deixa um filho de 23 anos e uma filha de 10 anos. Foi a primeira vítima do cunhado. Morava ao lado da casa da irmã, onde também trabalhava. Ivone Wolff, 58 anos - Morava junto com a mãe. Não era casada, nem tinha filhos. Ela era dona de casa e cuidava de um sobrinho e da mãe. Estava na cozinha da residência quando foi surpreendida pelo assassino. Cenira Ferreira Wolff, 81 anos – Vivia com a filha Ivone na casa onde foi morta pelo genro. Recebia pensão do marido falecido e estava encaminhando a aposentadoria. No momento do crime, estava na cozinha com a filha. O PEDREIRO Alcindo Luis Arnhold, 41 anos - Trabalhava como pedreiro. Tinha um filho de 12 anos, do relacionamento com Ivanilda.Teria feito várias ameaças à esposa que se vingaria da família dela, caso houvesse a separação. Familiares ficaram chocados No local da chacina, na Rua Guilherme Emisch, no bairro Rio Branco, em Rolante, vizinhos e familiares não acreditavamna situação. “Nunca passou pela minha cabeça que ele seria capaz de algo assim”, comenta o agente de saúde Paulo Roberto Rodrigues, que realizava visitas mensais ao pedreiro. “Para mim, sempre foi um bom homem”, destaca o vizinho de Alcindo Arnhold e também pedreiro, Milton de Souza, tentando encontrar uma lógica para a atitude violenta. Conforme familiares, o casal não estava se dando bem e a esposa Ivanilda vinha sofrendo com ameaças do esposo. “Ele sempre foi violento dentro de casa”, salienta uma das cunhadas de Alcindo. Segundo um dos netos e sobrinho das vítimas, Eduardo dos Santos, a família de Ivanilda tinha pouca convivência com o pedreiro, que no sábado ajudou a esposa com a mudança. “Foi um crime premeditado. Ele vivia ameaçando a família.”(fonte universodamorte)
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