Montador disse que correu em direção à composição para ela parar.
Depoimentos de vítimas ainda serão agendados, diz delegado.
Foi aos gritos, com as mãos e camisa para cima que o passageiro do ônibus Cláudio Almeida dos Santos, montador de automóveis, disse que acenou para o trem parar após a queda do coletivo de um viaduto em cima dos trilhos da Linha 10-Turquesa, da CPTM, nesta quinta-feira (9), no limite entre as cidades de São Caetano do Sul e Santo André, no ABC. Cláudio conta que ajudou a retirar a motorista que estava presa no coletivo. Na manhã desta sexta-feira (10), ele foi até ao 2º DP de Santo André procurar documentos que perdeu no acidente.
Nesta manhã, o maquinista Ednalvo Delmiro da Silva, de 40 anos, que conduzia o trem, ressaltou o papel do passageiro que sinalizou o local do acidente e disse que não se sentia um herói. “Estão dizendo que eu sou um herói, mas eu não me sinto um herói, porque se a pessoa não acena, eu não tenho tempo hábil para parar o trem”, disse o maquinista ao ser homenageado pelo governador Geraldo Alckmin.
Cláudio disse que ia a uma consulta médica. Segundo ele, a motorista não estava em alta velocidade e teria perdito o controle da direção ao sair de um trecho asfaltado da rua para entrar em um trecho de paralelepípedos. Ele afirma que não viu nenhum carro na contramão e, quando percebeu, que o ônibus ia cair, se segurou. Cláudio caiu em pé. “O fator foi o paralelepípedo”, disse.
“Depois da queda, alguém gritou ‘o trem’, e saí correndo em direção a ele. Gritei, levantei as mãos e a blusa. Quando ele passou por mim, vi que freou e chegou a sair faíscas do trilho”, lembra.
Ele conta que voltou correndo para socorrer duas pessoas que ainda estavam no ônibus - um senhor e a motorista. “ Não vi que o trem tinha batido, só depois pela televisão. Não me sinto herói por ter sinalizado ao trem. Acho que minha atitude foi boa ao ajudar a motorista. Ali ajudei de verdade”, disse.
Claúdio também foi atendido no Hospital de Emergências Albert Sabin e recebeu alta ainda quinta.(fonte G1)
Nesta manhã, o maquinista Ednalvo Delmiro da Silva, de 40 anos, que conduzia o trem, ressaltou o papel do passageiro que sinalizou o local do acidente e disse que não se sentia um herói. “Estão dizendo que eu sou um herói, mas eu não me sinto um herói, porque se a pessoa não acena, eu não tenho tempo hábil para parar o trem”, disse o maquinista ao ser homenageado pelo governador Geraldo Alckmin.
Cláudio disse que ia a uma consulta médica. Segundo ele, a motorista não estava em alta velocidade e teria perdito o controle da direção ao sair de um trecho asfaltado da rua para entrar em um trecho de paralelepípedos. Ele afirma que não viu nenhum carro na contramão e, quando percebeu, que o ônibus ia cair, se segurou. Cláudio caiu em pé. “O fator foi o paralelepípedo”, disse.
“Depois da queda, alguém gritou ‘o trem’, e saí correndo em direção a ele. Gritei, levantei as mãos e a blusa. Quando ele passou por mim, vi que freou e chegou a sair faíscas do trilho”, lembra.
Ele conta que voltou correndo para socorrer duas pessoas que ainda estavam no ônibus - um senhor e a motorista. “ Não vi que o trem tinha batido, só depois pela televisão. Não me sinto herói por ter sinalizado ao trem. Acho que minha atitude foi boa ao ajudar a motorista. Ali ajudei de verdade”, disse.
Claúdio também foi atendido no Hospital de Emergências Albert Sabin e recebeu alta ainda quinta.(fonte G1)
Passageiro que sinalizou para trem parar foi à
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