Trabalhadores da área da saúde entraram em greve, na manhã desta terça-feira (7), em alguns hospitais de Curitiba e região metropolitana. Segundo o Sindicato dos Empregados em Estabelecimento de Serviços de Saúde (Sindesc), quatro hospitais em Curitiba estão trabalhando com apenas 30% dos funcionários: Evangélico, Nossa Senhora das Graças, Pequeno Príncipe e Cruz Vermelha. O sindicato ressalta que não deixará nenhum paciente internado sem os cuidados necessários.
Os médicos não estão em greve, mas o atendimento deverá ser prejudicado, pois eles não contarão com a rede de apoio necessária para atender a população. Funcionários de hospitais públicos não fazem parte da manifestação.
A direção do Hospital Pequeno Príncipe informou que o atendimento externo não foi afetado. Apenas o trabalho no centro cirúrgico foi interrompido para as cirurgias consideradas eletivas. Segundo a assessoria de imprensa do Pequeno Príncipe, 28 cirurgias estavam marcadas para hoje foram canceladas. Segundo o hospital, cerca de 30% dos 700 funcionários estão parados. O sindicato informa que este índice no hospital chega a 60%.
Os trabalhadores inicialmente pediam um aumento real de 10%, além da reposição de 6%. Agora, decidiram pedir apenas o índice de 10% de reajuste salarial mas, ainda assim, não houve acordo com os empresários do setor. A classe tem em Curitiba e região, cerca de 17 mil trabalhadores.
A presidente do Sindesc, Isabel Cristiana Gonçalves, afirmou que espera que ainda hoje o número de hospitais que devem aderir a greve aumente. “Temos a expectativa de aumentar a adesão dos hospitais nas próximas horas. Já negociamos com a classe patronal, aguardamos e esperamos que nossa proposta seja aceita”, disse.
Os trabalhadores da saúde que estão em greve são, enfermeiros, recepcionistas, telefonistas, cozinheiras, serventes, atendente de farmácia, centro cirúrgico e limpeza, são as áreas afetadas pela paralisação. Além do aumento real de salários, os profissionais também pedem um auxilio alimentação de R$ 250,00, plano odontológico e a redução na jornada de trabalho, de 40h para o administrativo e 30h para a enfermagem.
Nos quatro hospitais afetados pela greve na manhã desta terça-feira, o atendimento aos pacientes externos está comprometido, segundo o sindicato.banda b
Os médicos não estão em greve, mas o atendimento deverá ser prejudicado, pois eles não contarão com a rede de apoio necessária para atender a população. Funcionários de hospitais públicos não fazem parte da manifestação.
A direção do Hospital Pequeno Príncipe informou que o atendimento externo não foi afetado. Apenas o trabalho no centro cirúrgico foi interrompido para as cirurgias consideradas eletivas. Segundo a assessoria de imprensa do Pequeno Príncipe, 28 cirurgias estavam marcadas para hoje foram canceladas. Segundo o hospital, cerca de 30% dos 700 funcionários estão parados. O sindicato informa que este índice no hospital chega a 60%.
Os trabalhadores inicialmente pediam um aumento real de 10%, além da reposição de 6%. Agora, decidiram pedir apenas o índice de 10% de reajuste salarial mas, ainda assim, não houve acordo com os empresários do setor. A classe tem em Curitiba e região, cerca de 17 mil trabalhadores.
A presidente do Sindesc, Isabel Cristiana Gonçalves, afirmou que espera que ainda hoje o número de hospitais que devem aderir a greve aumente. “Temos a expectativa de aumentar a adesão dos hospitais nas próximas horas. Já negociamos com a classe patronal, aguardamos e esperamos que nossa proposta seja aceita”, disse.
Os trabalhadores da saúde que estão em greve são, enfermeiros, recepcionistas, telefonistas, cozinheiras, serventes, atendente de farmácia, centro cirúrgico e limpeza, são as áreas afetadas pela paralisação. Além do aumento real de salários, os profissionais também pedem um auxilio alimentação de R$ 250,00, plano odontológico e a redução na jornada de trabalho, de 40h para o administrativo e 30h para a enfermagem.
Nos quatro hospitais afetados pela greve na manhã desta terça-feira, o atendimento aos pacientes externos está comprometido, segundo o sindicato.banda b

Nenhum comentário:
Postar um comentário