Moçambicano, a esposa e um amigo foram abordados por dois assaltantes.
Polícia percebeu placa do carro das vítimas pendurada e prendeu a dupla.
Um moçambicano de 30 anos, que, com medo, não quis revelar o nome, contou na noite desta terça-feira (14) ter entrado “em pânico” quando foi rendido e agredido por dois homens armados na Zona Oeste de São Paulo. Ele, a esposa e um colega de classe estavam a caminho da Universidade de São Paulo (USP), onde estudam, no momento em que foram abordados por dois criminosos. As vítimas do sequestro-relâmpago foram feitas reféns dentro do próprio carro, mas a polícia conseguiu prender os bandidos porque disse ter desconfiado da placa pendurada no veículo.
O estrangeiro, que vive em São Paulo desde 2010 (ele pediu para não ter o nome do curso da USP revelado) contou no 34º DP (Vila Sônia), na Zona Sul, que o Gol deles foi fechado na Rua Alvarenga, bem perto da USP, por dois carros: um Monza e um Ford Courrier. Um outro veículo bateu por trás, deixando a placa pendurada, mas a vítima não soube dizer se o motorista estava envolvido na ação criminosa. A primeira informação da polícia era de que as três vítimas estudavam na USP, mas a mulher, também de Moçambique, não é aluna.
Dois dos ocupantes do Monza desceram e abordaram os estudantes. “Um deles disse: ‘não se mexe. É um assalto’”, relatou o moçambicano, que tinha acabado de buscar a mulher no Aeroporto de Guarulhos, Grande São Paulo. O casal mora em uma república da universidade. “Eu me assustei muito. Levei um tapa na cara porque entrei em pânico”, disse o rapaz.
Quem dirigia o Gol era o amigo dele, também de 30 anos. Assim como o outro estudante, o aluno da USP não revelou a identidade. Disse apenas que a ação foi muito rápida e eles não ficaram “nem cinco minutos” em poder dos criminosos. Um dos assaltantes tomou o volante do Gol e o outro ficou no banco de trás. O estrangeiro agredido continuou no banco do carona.
Policiais da Rondas Ostensivas Tobias Aguiar (Rota), tropa de elite da PM, passavam pelo local e disseram ter desconfiado do carro que estava com a placa traseira pendurada. De acordo com o capitão Dimas Mecca Sampaio, os motoristas do Monza e do Ford Courrier conseguiram fugir. Os dois criminosos presos estavam com dois revólveres calibre 38 e uma pistola de brinquedo, feita de plástico. “Quando eles viram os policiais da Rota falaram: ‘acabou o assalto. É a Rota’”, contou o dono do Gol.g1
O estrangeiro, que vive em São Paulo desde 2010 (ele pediu para não ter o nome do curso da USP revelado) contou no 34º DP (Vila Sônia), na Zona Sul, que o Gol deles foi fechado na Rua Alvarenga, bem perto da USP, por dois carros: um Monza e um Ford Courrier. Um outro veículo bateu por trás, deixando a placa pendurada, mas a vítima não soube dizer se o motorista estava envolvido na ação criminosa. A primeira informação da polícia era de que as três vítimas estudavam na USP, mas a mulher, também de Moçambique, não é aluna.
Dois dos ocupantes do Monza desceram e abordaram os estudantes. “Um deles disse: ‘não se mexe. É um assalto’”, relatou o moçambicano, que tinha acabado de buscar a mulher no Aeroporto de Guarulhos, Grande São Paulo. O casal mora em uma república da universidade. “Eu me assustei muito. Levei um tapa na cara porque entrei em pânico”, disse o rapaz.
Quem dirigia o Gol era o amigo dele, também de 30 anos. Assim como o outro estudante, o aluno da USP não revelou a identidade. Disse apenas que a ação foi muito rápida e eles não ficaram “nem cinco minutos” em poder dos criminosos. Um dos assaltantes tomou o volante do Gol e o outro ficou no banco de trás. O estrangeiro agredido continuou no banco do carona.
Policiais da Rondas Ostensivas Tobias Aguiar (Rota), tropa de elite da PM, passavam pelo local e disseram ter desconfiado do carro que estava com a placa traseira pendurada. De acordo com o capitão Dimas Mecca Sampaio, os motoristas do Monza e do Ford Courrier conseguiram fugir. Os dois criminosos presos estavam com dois revólveres calibre 38 e uma pistola de brinquedo, feita de plástico. “Quando eles viram os policiais da Rota falaram: ‘acabou o assalto. É a Rota’”, contou o dono do Gol.g1
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