14 de dezembro de 2011

Corais cantam no Hospital do Câncer de Maringá

Uma década, a cada ano um novo tema, e a cada tema uma nova turma. É assim que os corais Arquidiocesano e o Santa Cruz preenchem os corredores do hospital do Câncer (HC) em Maringá todo mês de dezembro: com cânticos natalinos e sorrisos até dos mais tímidos. Em dez anos de apresentações anuais na Cantata de Natal, aproximadamente mil coralistas já encantaram os pacientes, funcionários e transeuntes das imediações do HC que passam todo o ano em busca da mensagem que os jovens levam na noite de apresentação: a de esperança.

Nesta quinta-feira, a partir das 20h30, as 14 janelas do hospital servirão de palco para 110 cantores - 43 do coral arquidiocesano e 67 do Santa Cruz com idade de 7 a 18 anos. Eles ensaiam desde novembro, mas já em agosto as recepcionistas do hospital atendem ligações de pessoas perguntando quando será a apresentação do coral.

"É algo que já entrou para o calendário da cidade", diz Lúcia Barion, diretora do hospital do Câncer. Quando a regente do coral Denise Pimentel comenta que a preferência das crianças é participar de atividades de cunho social, Victória Magnani Coimbra, 9, logo esboça um sorriso. "O pessoal que nos assiste no shopping já estão lá, aqui nós sabemos que os pacientes vão se sentir melhor", explica .
Arquivo DNP

Apresentação do Coral Arquidiocesano e do Coral Santa Cruz no Hospital do Câncer de Maringá: concerto tem como objetivo falar da natureza
A apresentação para o público externo (a Avenida Teixeira Mendes é interditada especialmente para a apresentação e recebe uma boa plateia) não é tão esperada quanto a hora em que os coralistas saem das janelas e vão, de quarto em quarto, levando panetones, cartinhas e abraços para os pacientes.

Levar ao público mensagem de solidariedade pode até fazer o perfil natalino, mas Denise ressalta que o trabalho não tem o objetivo de sensibilizar as pessoas através da música somente no Natal. "Fazemos apresentações no Dia das Crianças, na Páscoa, e não só no hospital, mas também em asilos. É preciso ter essa renovação de amor todos os dias"fonte odiario.com

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