Um dos três policiais paranaenses que estão presos no Rio Grande do Sul, afirmou ter disparado contra o sargento da polícia gaúcha, Ariel da Silva, 40 anos, morto na semana passada, em legítima defesa. As informações foram divulgadas pelo jornal Zero Hora. A troca de tiros aconteceu nas proximidades de um cativeiro onde estavam dois agricultores do Paraná, vítimas de sequestro.
Em seu depoimento à Corregedoria da Polícia Civil em Porto Alegre, o policial do Tigre (Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial) alegou legítima defesa. O delegado Paulo Rogério Grillo, que está à frente do caso, esclareceu que Ariel abordou a viatura descaracterizada dos agentes e antes que qualquer um dos lados pudesse se identificar, houve a troca de tiros.
O policial paranaense, identificado apenas como Alex, teria dito que não imaginava que Ariel fosse policial e sim alguém relacionado aos sequestradores. Ele atirou com uma submetralhadora e o sargento gaúcho ainda disparou quatro vezes com uma pistola. “Não houve tempo. As armas foram apontadas e começaram os disparados”, teria declarado Alex.
A açãos da equipe do Tigre não teria sido infomada aos policiais do RS. Os três permanecem detidos no Grupo de Operações Especiais da Polícia Civil gaúcha. O próximo passo será a reconstituição da morte do policial.fonte banda b
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