Estudante de 11 anos estava desaparecida há três meses.
GOE disse que suspeito confessou ter matado e enterrado a menina.
Polícia inicia perícia após escavação no quintal do suspeito (Foto: Walter Paparazzo/G1)O Grupo de Operações Especiais da Polícia Civil (GOE) informou que o suspeito confessou ter matado a estudante e enterrado em sua casa. Ainda assim, o Gerente Executivo de Medicina e Odontologia Legal (Gemol), Fábio de Almeida Gomes, disse que há fortes indícios que o corpo seja da menina, mas que somente após o exame de DNA será possível ter certeza, por conta do grau de decomposição em que o corpo foi encontrado.
A prisão do suspeito aconteceu depois que familiares o acharam parecido com o retrato falado produzido com base no depoimento de uma prostituta que havia sido detida com o telefone celular de Fernanda e disse ter recebido de um homem como pagamento.
O delegado Aldrovilli Grisi, encarregado do caso, levou a mulher até a casa do suspeito para ver se ela o reconhecia e, ao vê-la dentro do carro da polícia o vizinho tentou fugir, mas acabou detido. Familiares ainda tentaram agredir o suspeito após a prisão.
PM cercou a casa do vizinho suspeito de participar dosumiço de Fernanda Ellen (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Segundo Wellington Oliveira, tio da vítima e responsável por chamar a polícia mais cedo, o homem que foi detido parecia muito com o retrato falado feito pela polícia. “O suspeito tinha traços do homem do retrato falado e estava com um comportamento estranho. Nós chamamos a polícia, que já chegou com a testemunha. Quando ele viu a mulher no carro, tentou correr”, relatou. Ele garantiu que a prostituta reconheceu o homem.
Empresários chegaram a oferecer R$ 10 mil porinformações que ajudassem nas investigações
(Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)
A estudante desapareceu na tarde do dia 7 de janeiro, quando voltava da escola no bairro Alto do Mateus, onde havia ido buscar o boletim. Após várias semanas de buscas, a Secretaria de Segurança destacou um delegado para cuidar do caso, Aldrovilli Grisi.
A família desponibilizou vários telefones para receber informações que levassem à menina ou que desse pistas à polícia, mas receberam apenas milhares de trotes. Em março, empresários da cidade chegaram a oferecer R$ 10 mil para quem desse informações que levassem à estudante ou ao corpo dela.fonte g1
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