
O caso deve ser investigado pelo Núcleo de Repressão de Crimes Contra a Saúde (Nucrisa).
Em nota, a clínica Fenix afirma que todos os profissionais estão "legalmente habilitados e credenciados" para realizar o procedimento. "Tão logo constatada a gravidade da intercorrência cirúrgica, a equipe médica iniciou os procedimentos necessários e indicados ao tema, na tentativa de reverter o quadro clínico apresentado. De imediato, o Hospital disponibilizou vaga em UTI. Apesar de todos os esforços realizados pela equipe médica, de toda estrutura e aparelhos utilizados naquela situação, infelizmente a paciente veio a óbito. Apesar da equipe médica lamentar profundamente o ocorrido, os familiares e a acompanhante da paciente foram devidamente informados. Mesmo não identificando qualquer erro na conduta da equipe médica, o Hospital comunicou o fato as autoridades competentes através do Instituto Médico Legal, o qual transportou a paciente às suas dependências, cumprindo assim a legislação aplicável ao tema", diz a nota. (Com informações da rádio Banda B).
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