Cerca de 600 pessoas fecharam a BR-116, nos dois sentidos, das 10h30 às 11 h, hoje (10), na altura do trevo de Mandirituba, em protesto pela falta de duplicação da rodovia. Os manifestantes se reuniram às margens da BR para chamar a atenção da concessionária OHL, responsável pela rodovia, e autoridades do governo. Cruzes foram colocadas às margens da pista para lembrar a mortes de dezenas de pessoas nessa estrada. As duas pistas, sentido Curitiba e sentido Mandirituba, ficaram fechadas, o que provocou longas filas.
O “Grito pela Vida”, manifestação que reivindica a duplicação da BR-116, reuniu histórias de dor de vítimas da BR 116. Rosilene Weber (45), que perdeu a filha, Débora Weber, na ocasião com 22 anos, no dia 8 de maio, no Dia das Mães, em um acidente durante a madrugada, desabafou à reportagem da Banda B: “Tem que se dar um basta nisso. São pais perdendo filhos, filhos perdendo pais. Chega de sofrimento”, disse Rosilene. Ainda segundo ela, “Minha filha era uma universitária, cursava Engenharia Florestal. O carro chocou com uma árvore e morreu quase na chegada da praça do pedágio. Ela estava voltando de Curitiba, indo para casa, aproximadamente 4h20 da manhã”, contou emocionada.
Cerca de 600 pessoas fecharam a BR-116, nos dois sentidos, das 10h30 às 11 h, hoje (10), na altura do trevo de Mandirituba, em protesto pela falta de duplicação da rodovia. Os manifestantes se reuniram às margens da BR para chamar a atenção da concessionária OHL, responsável pela rodovia, e autoridades do governo. Cruzes foram colocadas às margens da pista para lembrar a mortes de dezenas de pessoas nessa estrada. As duas pistas, sentido Curitiba e sentido Mandirituba, ficaram fechadas, o que provocou longas filas.
O “Grito pela Vida”, manifestação que reivindica a duplicação da BR-116, reuniu histórias de dor de vítimas da BR 116. Rosilene Weber (45), que perdeu a filha, Débora Weber, na ocasião com 22 anos, no dia 8 de maio, no Dia das Mães, em um acidente durante a madrugada, desabafou à reportagem da Banda B: “Tem que se dar um basta nisso. São pais perdendo filhos, filhos perdendo pais. Chega de sofrimento”, disse Rosilene. Ainda segundo ela, “Minha filha era uma universitária, cursava Engenharia Florestal. O carro chocou com uma árvore e morreu quase na chegada da praça do pedágio. Ela estava voltando de Curitiba, indo para casa, aproximadamente 4h20 da manhã”, contou emocionada.Pretendemos criar uma associação e de perto acompanhar tudo isso, buscando uma solução que só virá com esta duplicação", ponderou o padre João Maria.
Duplicação
A OHL informou que a duplicação da BR-116, no trecho entre o bairro Pinheirinho, em Curitiba, até Mandirituba, deverá começar em setembro deste ano. Os projetos estão prontos e só falta a licença ambiental. A obra completa deverá ficar pronta em 2016, mas o primeiro trecho, entre Curitiba e Fazenda Rio Grande, já deverá estar duplicado em fevereiro do ano que vem. O projeto prevê a construção de seis trevos e uma trincheira.(fonte banda B)
O “Grito pela Vida”, manifestação que reivindica a duplicação da BR-116, reuniu histórias de dor de vítimas da BR 116. Rosilene Weber (45), que perdeu a filha, Débora Weber, na ocasião com 22 anos, no dia 8 de maio, no Dia das Mães, em um acidente durante a madrugada, desabafou à reportagem da Banda B: “Tem que se dar um basta nisso. São pais perdendo filhos, filhos perdendo pais. Chega de sofrimento”, disse Rosilene. Ainda segundo ela, “Minha filha era uma universitária, cursava Engenharia Florestal. O carro chocou com uma árvore e morreu quase na chegada da praça do pedágio. Ela estava voltando de Curitiba, indo para casa, aproximadamente 4h20 da manhã”, contou emocionada.
Cerca de 600 pessoas fecharam a BR-116, nos dois sentidos, das 10h30 às 11 h, hoje (10), na altura do trevo de Mandirituba, em protesto pela falta de duplicação da rodovia. Os manifestantes se reuniram às margens da BR para chamar a atenção da concessionária OHL, responsável pela rodovia, e autoridades do governo. Cruzes foram colocadas às margens da pista para lembrar a mortes de dezenas de pessoas nessa estrada. As duas pistas, sentido Curitiba e sentido Mandirituba, ficaram fechadas, o que provocou longas filas.
O “Grito pela Vida”, manifestação que reivindica a duplicação da BR-116, reuniu histórias de dor de vítimas da BR 116. Rosilene Weber (45), que perdeu a filha, Débora Weber, na ocasião com 22 anos, no dia 8 de maio, no Dia das Mães, em um acidente durante a madrugada, desabafou à reportagem da Banda B: “Tem que se dar um basta nisso. São pais perdendo filhos, filhos perdendo pais. Chega de sofrimento”, disse Rosilene. Ainda segundo ela, “Minha filha era uma universitária, cursava Engenharia Florestal. O carro chocou com uma árvore e morreu quase na chegada da praça do pedágio. Ela estava voltando de Curitiba, indo para casa, aproximadamente 4h20 da manhã”, contou emocionada.Pretendemos criar uma associação e de perto acompanhar tudo isso, buscando uma solução que só virá com esta duplicação", ponderou o padre João Maria.
Duplicação
A OHL informou que a duplicação da BR-116, no trecho entre o bairro Pinheirinho, em Curitiba, até Mandirituba, deverá começar em setembro deste ano. Os projetos estão prontos e só falta a licença ambiental. A obra completa deverá ficar pronta em 2016, mas o primeiro trecho, entre Curitiba e Fazenda Rio Grande, já deverá estar duplicado em fevereiro do ano que vem. O projeto prevê a construção de seis trevos e uma trincheira.(fonte banda B)


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