Após um dia intenso de trabalho, o empresário Joel Vieira de Aquino (33), proprietário do Supermercado Cooper, localizado na rua Desembargador Cid Campelo, Cidade Industrial de Curitiba (CIC), se preparava para baixar as portas do estabelecimento, no entanto, ao invés de seguir para casa como fazia rotineiramente, o homem foi surpreendido e morto com mais de 15 tiros.
Policiais presentes no local de morte foram informados de que dois homens chegaram ao local numa motocicleta e, após pedir para que alguns clientes fossem embora, executaram Aquino com a série de disparos. Em posse das características dos suspeitos, várias viaturas efetuaram uma varredura na região, porém, os criminosos não foram alcançados.
O repórter Sidney Alves, da rádio Banda B, esteve na cena do crime e ouviu relatos de pessoas que conheciam a rotina do empresário. “Ele era muito gente boa. Duvido que estivesse envolvido com as drogas”, contou uma vizinha do mercado que, temendo represálias, preferiu manter-se anônima. Como nada foi roubado, os agentes policiais não acreditam na hipótese de roubo.
Após o ocorrido, o cadáver foi recolhido ao Instituto Médico Legal de Curitiba (IML). A investigação do caso fica por conta da Delegacia de Homicídios (DH).(fonte banda B)
Policiais presentes no local de morte foram informados de que dois homens chegaram ao local numa motocicleta e, após pedir para que alguns clientes fossem embora, executaram Aquino com a série de disparos. Em posse das características dos suspeitos, várias viaturas efetuaram uma varredura na região, porém, os criminosos não foram alcançados.
O repórter Sidney Alves, da rádio Banda B, esteve na cena do crime e ouviu relatos de pessoas que conheciam a rotina do empresário. “Ele era muito gente boa. Duvido que estivesse envolvido com as drogas”, contou uma vizinha do mercado que, temendo represálias, preferiu manter-se anônima. Como nada foi roubado, os agentes policiais não acreditam na hipótese de roubo.
Após o ocorrido, o cadáver foi recolhido ao Instituto Médico Legal de Curitiba (IML). A investigação do caso fica por conta da Delegacia de Homicídios (DH).(fonte banda B)
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