Os moradores do bairro Santa Quitéria, na zona oeste da capital, foram acordados com uma triste notícia durante as primeiras horas da manhã desta sexta-feira (15). Apolônia Ciuta Geinbarovski (89), conhecida por ser uma das pioneiras no comércio da região, foi encontrada morta junto com a filha, Hélia Geinbaroviski (59).
Um dos filhos de Apolônia, que mora ao lado da casa da mãe, foi o responsável pela descoberta dos corpos. De acordo com informações repassadas pela perita Jussara Joequel, do Instituto de Criminalística, a idosa estava morta ainda na cama. A filha foi encontrada caída próxima a uma porta em um dos cômodos da residência. “Os cadáveres serão encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) para que se possa esclarecer as causas dos óbitos. Até que isso ocorra, a casa deve permanecer lacrada”, afirmou a perita.
Como a comerciante era figura querida da população, uma multidão de curiosos se formou em frente à mercearia da família, localizada na rua Reinaldo Pazello. “Eu sempre tomei sorvetes aqui nesse lugar. Ela marcou a minha infância”, contou Ana Ribas, intrigada com o episódio.
A delegada Aline Manzatto, da Delegacia de Homicídios (DH), esteve na cena do crime e conversou com pessoas que conheciam a rotina da família. Os agentes aguardam agora a confecção do laudo para que sigam, ou não, com os trabalhos de investigação.(fonte banda B)
Um dos filhos de Apolônia, que mora ao lado da casa da mãe, foi o responsável pela descoberta dos corpos. De acordo com informações repassadas pela perita Jussara Joequel, do Instituto de Criminalística, a idosa estava morta ainda na cama. A filha foi encontrada caída próxima a uma porta em um dos cômodos da residência. “Os cadáveres serão encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) para que se possa esclarecer as causas dos óbitos. Até que isso ocorra, a casa deve permanecer lacrada”, afirmou a perita.
Como a comerciante era figura querida da população, uma multidão de curiosos se formou em frente à mercearia da família, localizada na rua Reinaldo Pazello. “Eu sempre tomei sorvetes aqui nesse lugar. Ela marcou a minha infância”, contou Ana Ribas, intrigada com o episódio.
A delegada Aline Manzatto, da Delegacia de Homicídios (DH), esteve na cena do crime e conversou com pessoas que conheciam a rotina da família. Os agentes aguardam agora a confecção do laudo para que sigam, ou não, com os trabalhos de investigação.(fonte banda B)

Nenhum comentário:
Postar um comentário